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Chegando aos seus 21 anos de fundação, a CiaTeatro Epigenia, vem sendo convidada a participar de importantes festivais e turnês pelo Brasil, além de temporadas constantes no Rio de Janeiro e em São Paulo. Com excelentes retornos de público e crítica, à altura de sua dedicação e qualidade comprovada em projetos que alcançaram sucesso incontestável, a Cia foi se tornando ao longo da última década uma referência nacional entre as principais Cias de teatro. Com inúmeras indicações, excelentes críticas e prêmios importantes, o trabalho conceitual do grupo liderado pelo multiplo artista Gustavo Paso, vem se destacando por unir Arte e Entretenimento.

 

“A obra da carioca CiaTeatro Epigenia vem ocupar uma lacuna no cenário teatral contemporâneo: dividido entre criações alternativas e peças comerciais (...) Hollywood é a terceira incursão da cia pelo teatro de Mamet. Antes, vieram Oleanna e Race – ambas criações premiadas. “

 Maria Eugênia de Menezes ESTADO SP

Uma história repleta de parcerias com as mais importantes instituições públicas e privadas no Brasil. Inúmeros projetos patrocinados via editais de cultura nas três esferas governamentais (Federal, Estadual e Municipal), além de patrocínios junto às importantes empresas brasileiras e multinacionais, tais como: PETROBRAS; BANCO DO BRASIL; TAESA; FURNAS; ELETROBRAS; VOLKSWAGEN; COCA-COLA; CAIXA; RIOCARD; PORTO SEGURO; HALLIBURTON; SESC e SESI (em diversas cidades); entre outras.

 

Respeitando a natureza de sua formação, a Cia. buscou ser, antes de mais nada, nacional. Nosso objetivo sempre foi fazer teatro pelo país inteiro. A beira de seus 21 anos de fundação já estivemos em Turnês por 21 dos 26 estados brasileiros, contabilizando mais de 80 municípios, espetáculos que a partir de 2007 sempre cumpriram temporadas no eixo Rio/São Paulo, outro pacto de seus fundadores artísticos, a paulista Luciana Fávero e o carioca Gustavo Paso: A Cia. teria Rio e SP como polos da Cia. 

Há mais de 05 anos que os espetáculos da Cia. figuram entre os melhores do ano, arrematando diversas críticas positivas, indicações e prêmios com suas produções, tanto no teatro infantil quanto no teatro adulto, no Rio e em São Paulo. Em 2018 o diretor da Cia Gustavo Paso foi o único diretor a ser indicado para Melhor Diretor em dois dos mais importantes prêmios do teatro brasileiro: Shell/SP e APCA, pela peça HOLLYWOOD de David Mamet.

 

Além de indicações os espetáculos da Trilogia Mamet e o infantil Casa Caramujo somaram mais de 30 mil espectadores, um expressivo número dado ao fato de serem dramas e que abordam temas como racismo, assédio sexual, machismo, intolerância social e um infantil que aborda a morte.

 

A Cia. vem arrematando diversas indicações com suas produções tanto no teatro infantil quanto no teatro adulto no Rio de Janeiro e São Paulo. Em 2017, em plena crise, a Cia colocou 04 peças em cartaz, um trabalho hercúleo, e em todas elas recebeu indicações e prêmios importantes.

 

Em 2018 abrimos a temporada paulista recebendo o Prêmio do Juri especializado do Aplauso Brasil de Melhor Espetáculo de Cia, e as Indicações de Melhor Diretor do Premio Shell e APCA para Gustavo Paso, ambos por HOLLYWOOD. Foi o ano em que realizamos temporadas paulistas e excursionamos com Hollywood e Casa Caramujo.

 

Em 2019 estreamos O PREÇO de Arthur Miller no SESC Arena Copacabana para uma curta temporada, de muito sucesso. Além da sequencia de turnês de Hollywood, Casa Caramujo (também com a volta ao Rio no Teatro Fashion Mall).

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Respeitando a natureza de sua formação, a Cia. buscou ser, antes de mais nada, Nacional. Nosso objetivo sempre foi fazer teatro para o Brasil. A beira de seus 21 anos de fundação já estivemos em Turnês por 21 dos 26 estados brasileiros, contabilizando mais de 80 municípios, espetáculos que a partir de 2007 sempre cumpriram temporadas no eixo Rio/SP, outro pacto de seus fundadores artísticos, a paulista Luciana Fávero e o carioca Gustavo Paso: A Cia. teria Rio e SP como polos da Cia. A partir de 2014 a Cia. decide se fixar em SP por uma questão vital: seu trabalho de criação começa a ganhar força conceitual na cidade.

 

Voltando um pouco, em 2008, levamos acena ALZIRA POWER, de Antonio Bivar, com uma convidada especial: Cristina Pereira. “Esta é, fora a estreia com a Yolanda (Cardoso) a melhor montagem que vi do meu texto” Antonio Bivar na estreia. A peça realizou uma pelo ARTSESC/RS no Sul do país por 12 cidades com patrocínio do SESC e da Halliburton. Em 2010 esse mesmo espetáculo, (junto com ARIANO) foi agraciado pelo Programa PETROBRAS/BR 09/10 para uma Turnê Nordeste contendo 07 capitais. A Cia. foi a única a ter a honra de emplacar 02 espetáculos neste concorrido edital nacional;

 

Em 2009 estreamos uma das poucas peças inéditas de Dias Gomes: O TUNEL, com participou do Festival Internacional de Angra - FITA e realizou temporadas no Sesc e em Circuito de Inverno no Estado do Rio de Janeiro. A partir deste espetáculo inicia-se uma nova fase onde o processo de Análise Ativa de Eugenio Kusnet se torna uma espécie de “ferramenta exclusiva” na criação do espetáculo.

 

O ano de 2011 marca o mergulho na técnica a partir de um trabalho de 9 meses com oficinas de Mascara Neutra, Mímica Dramática, Manipulação de Bonecos e Análise Ativa. Apenas uma sala alugada no período da noite foi a base estrutural e conceitual da peça “A Moringa Quebrada” que viria a estrear em 2013. Antes, no período de 2011 a 2012, batendo todos os recordes do ano de público e com imenso sucesso de crítica, estreamos a peça de Antony Shaffer, “Em Nome do Jogo”, outro sucesso nacional. Com convidado especial: Marcos Caruso, esse espetáculo foi onde a linguagem da Cia estava mais estabelecida, o teatro da palavra e a proposta cênica do diretor da Cia. cada vez mais presente. Com Patrocínio de estreia do Banco Volkswagen, a peça ficou em cartaz 01 ano no RJ e 6 meses em SP, foi aprovada no Edital BR/Distribuidora com o maior volume de apresentações em turnê; realizou mais uma turnê por 8 cidades através do edital da pela Eletrobrás; participou do Festival Internacional de Porto Alegre; e do Festival de Curitiba;

 

Chegando a 2012, com a estreia de “A Moringa Quebrada” adaptação do diretor Gustavo Paso para o nordeste da obra de Heinrich von Kleist com a Cia. e o convidado especial: Claudio Tovar, tivemos a parceria do Instituto Goethe, pois o espetáculo entrou nas comemorações do aniversário de morte de Kleist. O ano de 2012 realmente foi um marco no trabalho autoral. A Cia. ganhou o PREMIO PRONAC DO MINISTÉRIO DA CULTURA que foi dado apenas para 17 espetáculos em todo Brasil. Depois de ARIANO, a Cia. volta a se dedicar a espetáculos totalmente autorais. A partir de um poema em prosa, a Cia. dedicou 4 meses aos ensaios de BODOCONGÓ – POEMA DRAMÁTICO CINEMATOGRÁFICO. Apenas com o poema de cerca de 8 páginas em prosa, emergimos após os meses de trabalho com uma peça de 55 minutos onde 30 deles eram constituídos de cenas teatrais e os outros 25 minutos de cenas cinematográficas. Além de músicas inéditas compostas em sala de ensaio, o espetáculo juntava nessa pesquisa, a própria poesia e abusava da criação. Todo a Arte respeitava a paleta monocromática, assim como o cinema e os figurinos. Tudo em preto e branco. A peça realizou um circuito  SESC pelo Nordeste, em 12 cidades e em 2016, ficou em cartaz no Teatro da Caixa SP (Praça da Sé) com patrocínio da Caixa.

 

Dando sequencia ao seu trabalho autoral, em 2013 a Cia. estreou mais um espetáculo ousado, com texto e direção de Gustavo, alcançamos enorme sucesso de público e crítica, com enorme, repercussão em várias cidades. Cumprimos temporada em São Paulo e no Rio de Janeiro. O projeto foi criado para ser realizado num estacionamento de verdade. Em São Paulo a produção não conseguiu atingir essa meta, mas apresentamos no Galpão Folias. Já no Rio de Janeiro o projeto aconteceu de forma espetacular em qualidade, repercussão e, por que não, tamanho! Estreamos em uma área desativada num Shopping da Zona Sul da cidade. Um espaço de 1300 m2, onde recriamos um estacionamento de um condomínio de luxo, com 09 carros entrando e saindo de cena dirigidos pelos personagens durante toda a peça. Um elenco de 20 atores, um elevador cenográfico e uma equipe de técnica de 22 profissionais para fazer acontecer. O sucesso foi tão grande que o texto de Gustavo Paso foi roteirizado e virou filme (em fase de edição).

 

Em 2013 ainda, a Cia. ganhou um edital de Ocupação do Teatro Glaucio Gill em Copacabana, Zona Sul do RJ, o teatro faz parte do equipamento cultural do Governo do Estado do Rio. A Cia. realizou um trabalho reconhecido e histórico: “O trabalho da Cia de Teatro Epigenia é um divisor de águas nas ocupações” Felipe Marrom, presidente da fundação gestora do teatro. O trabalho de ocupação e direção artística ao final de um ano de ocupação, foi eleito como um dos 05 melhores teatros a se frequentar nas categorias: programação e atendimento, pesquisa realizada pelo Jornal O Globo e site Uol com seus leitores e assinantes. Nunca um teatro público, salvo o Municipal do RJ, havia galgado tamanho sucesso de público. Durante a Ocupação de 13 meses a Cia. conseguiu trabalhar em sua pesquisa, e ao se aprofundar emergiu com o primeiro trabalho realizado pós esta primeira oportunidade de trabalhar em sequencia. O Método do diretor começou a ganhar forma e alguns Jogos teatrais foram criados por ele. Dentro deste ano nasce a Trilogia Mamet. A partir de três de David Mamet, a Cia. se vê obrigada a investir do seu próprio bolso para ver as ideias saírem do papel, fator que se fazia fundamental para mais um salto qualitativo da Cia., na busca e aperfeiçoamento de sua linguagem autoral. Com isso São Paulo, matriz da nossa produtora passa a ser aos poucos, e em definitivo, o novo lar da Cia.  A trilogia finalizou esse ano e ainda estamos colhendo lindo frutos do retorno de críticos, público e prêmios.

 

Em 2015 Oleanna, primeira peça da trilogia criada para comemoração de 15 anos da cia.

OLEANNA contabilizou mais de 250 apresentações, e em todas com realização de Debates com a plateia. Cumpriu diversa temporadas: ficou em cartaz no Sesc Pompéia (temporada que rendeu o Premio de Melhor Espetáculo eleito pelo júri do Premio Aplauso Brasil além das indicações em outras categorias; e a indicação ao Premio APCA e excelente criticas), no Teatro Eva Herz, fez circuito CEUs, Circuito Teatros da Prefeitura de SP, Circuito Sesc/SP e circuito Sesi/BH. Logo após no Rio fizemos o Circuito SESC, Circuito SESI e 02 temporadas. Participou dos Festivais: Porto Alegre Em Cena, Garanhuns, Caxias do Sul, Tiradentes e Araxá.

 

Em 2017 RACE, segunda peça da trilogia David Mamet, estreou no Teatro Viga/SP, fez temporada de 3 meses de enorme sucesso, fez circuito CEUs, circuito SESI/SP, 02 temporadas no RJ, circuito SESI/BH. Foi indicado aos Prêmios APCA, SHELL e está concorrendo ao Premio Aplauso Brasil de Melhor Espetáculo deste ano.

 

Em 2017, estreou HOLLYWOOD, ultima peça da trilogia, no Teatro Poeira no RJ e seguiu para SP no SESC Pinheiros e depois para a temporada no Teatro Sergio Cardoso, fez circuito APAA e já está programada para fazer o circuito SESI/SP. O diretor artístico da Cia., diretor de todas as peças deste histórico, Gustavo Paso, está indicado por esse trabalho na categoria de Melhor Diretor no Premio SHELL/SP e Premio APCA.

 

Ainda em 2017 estreamos um projeto infantil com mais um mergulho no processo de trabalho de Paso. Mais uma das pesquisas da Cia., desta vez durante 05 meses nos aprofundamos ainda mais em técnicas que são a base do método do diretor. Junto com a pesquisa de linguagem, mais um exemplo de ousadia: falar da morte para crianças.

“Bergman para crianças” bradou um crítico.

 

O projeto: Casa Caramujo, com texto e direção de Gustavo Paso, patrocínio da Oi, é um grande sucesso, conquistamos excelentes criticas, 21 indicações em todas as categorias possíveis. Atualmente esta em circuito SESI/SP – em 20 apresentações pelo interior; e em outubro fará temporada na Caixa Cultural/SP. Depois seguirá para temporada na Caixa Cultural/PE, em Recife. Ainda em 2017 a Cia foi convidada criar “FESTA DE ANIVERSARIO” de Harold Pinter. O Espetáculo foi um grande sucesso, indicado a três categorias no Prêmio Cesgranrio. Atualmente se encontra em circulação pelo SESC e em novembro estreara em São Paulo.

 

Agora a Cia., além do repertório em circulação, esta voltada para a concretização de anos de trabalho: a publicação do “Método de Desenvolvimento Artístico do Ator”, para que os interessados possam absorver um pouco do trabalho, além do novo espetáculo da Cia.: O HOMEM É O DESTINO DO HOMEM.